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quinta-feira, 5 de julho de 2007

CD/DVD IV


Chegou o novo gravador. Hummm, será que se pode dizer a marca, bem de qualquer forma, o outro era um AOpen, e estoirou ao fim de 1 ano e 11 meses, a garantia é de dois anos, mas segundo os representantes da marca não havia nada a fazer, chiava, chiava, parecia que não agarrava os CD's, e ficou feito em sucata informática.

Este é um LG, menos ruidoso que o AOpen, mas agora aconteceu-me uma que ainda não tinha acontecido. Gravar ele gravou, tanto que tem lá o AVI, só que quando acabou de gravar, apareceu o maldito rectângulo a dizer que não tinha gravado.

Ora o ficheiro está lá, já queimou o CD, mas este está em modo texto, e ele diz que não tem Codec para o abrir. Ao tentar copiar do leitor para o Ambiente de Trabalho dá isto.

Uma coisa é certa, já funciona, mas agora lá vou eu ter que começar a pesquisar nos fóruns uma forma de resolver o problema, ou então, terei que fazer mais um upgrade de kernel, está-se mesmo a ver não está-se!

Alterações do sono e não só - II

Preâmbulo e nota - como a maior parte dos meus artigos, mesmo aqueles que foram publicados na imprensa regional, Jornal do Algarve, onde durante 2 anos tive uma coluna de opinião, eram sempre repescados, achei por bem fazer o mesmo no blogue. Quem não achar bem que diga!

No post sobre as Alterações do sono e não só, expequei o link ao site www.psiquiatria.com, o site é público, basta fazer o registo, para se poder entrar, e todos os meses se poder ler os novos artigos que saem em diversas revistas científicas da área da especialidade, não só de psiquiatria, como de psicologia e de medicina em geral.

Alterações do sono e não só

Através do site www.psiquiatria.com, fiquei a conhecer o novo estudo espanhol sobre as antenas de emissão para as comunicações móveis e o novo estudo feito:


> El doctor Claudio Gómez Perretta vincula la exposición a antenas de telefonía móvil con la fatiga, depresión, trastornos del sueño y pérdida de apetito.
El jefe de Sección de Investigación en Salud Pública en el Hospital Universitario La Fe de Valencia, el doctor Claudio Gómez Perretta, expuso en una conferencia impartida en la Facultad de Psicología de Santiago de Compostela, los resultados de un estudio epidemiológico del posible efecto sobre la...


É só mais uma notícia, para o meu bloco de notas.

Divagações da Idade - 2

Desde puto uso óculos. A minha primeira lembrança de ver uma imagem nítida, prende-se a uma memória longínqua, por volta dos meus três anitos, levaram-me a uma sala imensa, talvez não fosse tão imensa quanto isso, com uns grandes quadros luminosos especados ao fundo da sala, os do lado esquerdo tinham letras, os outros tinham uns «E» cada qual virado para o seu lado, uns para cima, outros para baixo, outros para a esquerda e para a direita.

Aí, nessa sala, houve um gajo de bata branca que resolveu enviar uma armação de óculos optométricos e começar a por lentes e tirar lentes, e como não sabia ler, é lógico, aos três anos mas sabia qual era a direita e a esquerda o cima e o baixo, toca de me perguntar para que lado é que o raio dos «E»'s estão voltados.


No final, quem ia comigo, recebeu um papel, com umas garatujas e encaminhou-me para que fossem fazer as lunetas, que aquilo que eu precisava era de óculos. Foi a partir de então que comecei a usar as ditas cangalhas em cima do nariz.

A partir daí, é que foi um caso sério, tudo aquilo que era papel eu queria saber o que dizia. Aquelas grandes folhas que o pessoal lá por casa lia, que parecia um livro, mas não era um livro, era o jornal diário, passou-me a despertar a minha curiosidade, e letra a letra, fui apanhando o alfabeto, e se apanhei o alfabeto, também comecei a apanhar a palavra, claro que uma das primeiras palavras que me lembro de ter lido, foi «Diário de Notícias». É um facto interessante, desde aí, costumo ler o dito diário com mais facilidade do que os outros.

A aprendizagem da leitura nem sempre se faz na escola com a professora primária.
A aprendizagem da leitura depende muito do estímulo visuo perceptivo que a criança tem, se os pais leem é natural que a criança sinta desejo de saber o que é que os pais estão a fazer, e comece de certa forma a interessar-se pela leitura. Agora, se os pais não lêem, como é que as crianças sentirão necessidade e desejo de perceber o que está escrito nos livros?

quarta-feira, 4 de julho de 2007

Iniciei-me, ontem, no linux, instalando, com a preciosa ajuda do Jotacapa, o UBUNTU; estou a gostar da experiência, acho que vou usar habitualmente este OS; é mais rápido e menos pesado que o windows. Claro que é o início de uma aprendizagem!

Hiperactividade ou má educação 1

Provavelmente vão pensar que fiquei completamente passado de especar algumas opiniões sobre este tema. Mas como de qualquer forma, é uma situação que anda na ordem do dia, falar-se do aluno hiperactivo, pois que não consegue parar quieto um segundo, e nos apetece é pendurá-lo num cabide..... e deixá-lo por lá até ao fim de um bloco de 90 minutos.

Ora, os psicólogos sabem bem, que com alguns alunos os blocos de 90 minutos são um exagero principalmente para certas crianças que não conseguem focalizar a atenção por mais de 5 minutos seguidos numa tarefa, tendo que estar constantemente a mudar de tarefa pois que senão entra em período de desmotivação.

Porém, e é bom que se diga, que muitos casos que se vêem não têm absolutamente nada do Síndrome de HDA (Hiperactividade e Desordens da Atenção), mas sim da má educação que reina em casa, isto é ambiente familiar e também no ambiente social em que o jovem está inserido.

terça-feira, 3 de julho de 2007

Psicomática BBS - Memórias I

A malta nova ao olhar para a Internet actual pensa que nós os velhotes da informática, somos uns nabos quanto a estas coisas dos Blogues, páginas da net e por aí adiante.

Desenganem-se, a malta velhota já falava na net, sem existir o MSN, os Blogues e as outras coisas que andam por aí, trocávamos informações, enviámos fotografias pixelizadas e por aí adiante.

E no final dos anos 80 tive uma no ar, chamava-se PSICOMÁTICA BBS, a informação como é bem de ver relacionava-se com a Picologia, a Informática e vejam bem a Educação.

Através dos feeds da Fidonet e da Freenet, os nossos resumos diários ou semanais apareciam nas BBS's dos nossos colegas, e o certo é que tinha pessoal da zona Norte que ligava para a minha BBS, porque na altura avancei com um diagnóstico neuropsicológico, que poucos psicólogos e neurologistas tinham a coragem de o fazer.

Passemos então ao dito caso, a «epilepsia cicatricial». Que coisa mais estranha dirão alguns, mas o que é certo é que esse tipo de epilepsia, que é muitas vezes confundida com a epilepsia de pequeno mal, ou pequeno mal epiléptico existe, sendo na maioria dos casos provocada por pequenos Traumatismos Cranianos em que o sujeito desmaia por poucos segundos. O certo é que a lesão permanece no cérebro, pois que este ao ser sacudido violentamente por acidente, pode abrir fissuras, tal como se fosse uma gelatina sacudida numa forma. A essas pequenas fissuras chamam-se cicatrizes, e como consequência dessas cicatrizes, algumas desordens de omportamento, alterações de personalidade ou alterações de aprendizagem podem aparecer.