domingo, 22 de março de 2009
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Profissões que futuro? I
Ao ouvirmos o bombardeamento diário dos despedimentos colectivos, começamos a pensar, mas que tipo de habilitações terão aquelas pessoas todas? Será o 6º ano, será o 9º ano, será o 12º ano, ou mesmo outro tipo de formação universitária. As notícias bombardeiam-nos, mas essa outra parte sobre a formação académica e profissional das pessoas, fica de certa forma escondida, sem ser dito, que no caso das corticeiras, muitos dos trabalhadores hoje na casa dos 40, são capazes de não ter mais que o 6º ano, e provavelmente tirado com imensas dificuldades.
Noutros casos, provavelmente terão alguns na casa dos 50, os cursos industriais, os quais são equivalentes ao actual 9º ano.
E caímos aqui novamente no círculo vicioso, que é preciso formação, mas ao olharmos para as diversas formações propostas, não conseguimos ver qual será aquela que irá dar emprego, leia-se trabalho no futuro, claro que no futuro, irão continuar a ser precisos canalizadores, electricistas, pedreiros, vidraceiros e por aí adiante. Só que, ao olharmos para estas profissões, achamo-las como se fossem profissões de baixo nível e baixo extracto social.
Mas armadilhas da economia sucederam-se de forma inevitável e inexorável. No nosso país talvez mais do que os outros, e talvez mesmo mais depressa do que nos outros países. Isto por várias razões, uma delas muito significativa, mas a qual custa a engoliar a todos os empresários e governantes. Trata-se dos baixos salários e dos imensos impostos contra os quais os parcos salários não conseguem fazer face. Na realidade as empresas de construção automóvel começa agora a sofrer desse mal, isto é, os salários auferidos pelos trabalhadores não dão para comprar um veículo novo de três em três anos e ao mesmo tempo que as indústrias planejam os artigos para um período máximo de vida, esquecem-se que das duas uma, ou o artigo é barato, ou então não vão conseguir ter escoamento do produto, levando por esse motivo a sérias dificuldades de colocação e venda do produto no mercado de trabalho.
Este é na realidade o círculo vicioso no qual se caíu e do qual parece não se conseguir sair de forma fácil, a não ser que uma nova mentalidade económica apareça, e mude a actual sociedade económica, na qual uns parecem ter tudo e outros parecem não conseguir ter as coisas que necessitam.
Noutros casos, provavelmente terão alguns na casa dos 50, os cursos industriais, os quais são equivalentes ao actual 9º ano.
E caímos aqui novamente no círculo vicioso, que é preciso formação, mas ao olharmos para as diversas formações propostas, não conseguimos ver qual será aquela que irá dar emprego, leia-se trabalho no futuro, claro que no futuro, irão continuar a ser precisos canalizadores, electricistas, pedreiros, vidraceiros e por aí adiante. Só que, ao olharmos para estas profissões, achamo-las como se fossem profissões de baixo nível e baixo extracto social.
Mas armadilhas da economia sucederam-se de forma inevitável e inexorável. No nosso país talvez mais do que os outros, e talvez mesmo mais depressa do que nos outros países. Isto por várias razões, uma delas muito significativa, mas a qual custa a engoliar a todos os empresários e governantes. Trata-se dos baixos salários e dos imensos impostos contra os quais os parcos salários não conseguem fazer face. Na realidade as empresas de construção automóvel começa agora a sofrer desse mal, isto é, os salários auferidos pelos trabalhadores não dão para comprar um veículo novo de três em três anos e ao mesmo tempo que as indústrias planejam os artigos para um período máximo de vida, esquecem-se que das duas uma, ou o artigo é barato, ou então não vão conseguir ter escoamento do produto, levando por esse motivo a sérias dificuldades de colocação e venda do produto no mercado de trabalho.
Este é na realidade o círculo vicioso no qual se caíu e do qual parece não se conseguir sair de forma fácil, a não ser que uma nova mentalidade económica apareça, e mude a actual sociedade económica, na qual uns parecem ter tudo e outros parecem não conseguir ter as coisas que necessitam.
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quinta-feira, 25 de dezembro de 2008
sábado, 1 de novembro de 2008
Ubuntu Intrepid
O Ubuntu Intrepid começou por me dar umas quantas dores de cabeça, primeiro o ISO do CD Live não arrancava o PC mas arrancava noutros PC'S, Em seguida através do upgrade através do Alternate, não conseguia gravar CD's, isto na versão Beta, porém na versão final o problema continua a manter-se, não consigo gravar CD's, mas consigo gravar DVD+RW.
A forma que utilizei para fazer o upgrade, foi a velha modificação da sources.list, mudando "hardy" para "intrepid", e fazer o apt-get update e apt-get upgrade.
Por enquanto os CD's vão ficar arrumados na prateleira, pois que vou ter que me entreter com os DVD+RW.
A forma que utilizei para fazer o upgrade, foi a velha modificação da sources.list, mudando "hardy" para "intrepid", e fazer o apt-get update e apt-get upgrade.
Por enquanto os CD's vão ficar arrumados na prateleira, pois que vou ter que me entreter com os DVD+RW.
domingo, 12 de outubro de 2008
Linux WebCam Sweex
Hoje resolvi testar uma WebCam Sweex no Linux, já que no Ubuntu 8.04 esta por muitas voltas que lhe desse, não a conseguia por a funcionar, resolvi testá-la com o Ubuntu Intrepid Ibex, no sentido de veriricar se a dita funcionava. E é que funciona mesmo tanto o Micro como a Cam, Hip, Hip, Hurra!!!!!
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
Ubuntu Intrepid

O Ubuntu Intrepid 8.10, apesar de estar em Beta, e de alguns Bugs por aqui e por ali como é usual nestas coisas, corre numa perfeição.
Isto apesar de alguns fenómenos curiosos que foi o não reconhecimento à primeira do écrã LG, mas após ter editado o xorg.conf, e mais umas manobras sobre a GeForce, este foi reconhecido imediatamente.
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quarta-feira, 8 de outubro de 2008
Upgrade para o Intrepid - gravador de CD não funciona
Instalar, fazer upgrades das versões do Ubuntu, testar e retestar, descobrir porque é que determinado programa funciona numa versão e não noutra, tem sido algo de útil para aprender a mexer no Linux, pelo menos de uma forma relativamente segura. Porém, como sei que com persistência e pesquisa se consegue resolver as coisas no Linux, em vez de deitar o sistema abaixo como fiz quando foi do Upgrade do Dapper para o Edgy, resolvi percorrer os Fóruns e os portais do Linux na tentativa de averiguar se alguém poderia pelo menos dar uma dica.
O Problema: O Intrepid não gravava CD's isto é não fechava a sessão, daí que os CD's fossem inúteis e bons para o arquivo 13.
Ora, como não utilizo só o programa nativo, Pois que na maior parte das vezes utilizo o K3b e este dizia-me que era «erro não manipulado» fiquei desconfiado que alguma coisa se passava e que precisava do nome do programa nativo de gravação. Este, é o Nautilus, porém precisei que mo lembrassem, e desde já agradeço ao Vanderlei Busnardo Filho pela dica, de vreinstalar o Nautilus.
Esta dica do nome, foi o suficiente para eu ir pesquisar no Gestor de Pacotes Synaptic o que é que faltava ou não faltava. O certo é que realmente faltava, faltava uma library de seu nome «libnautilusburn2.20-cil». Resultado, marcado e instalado, foi testado com a gravação de um DVD+RW, ficando a funcionar a 100%.
O Problema: O Intrepid não gravava CD's isto é não fechava a sessão, daí que os CD's fossem inúteis e bons para o arquivo 13.
Ora, como não utilizo só o programa nativo, Pois que na maior parte das vezes utilizo o K3b e este dizia-me que era «erro não manipulado» fiquei desconfiado que alguma coisa se passava e que precisava do nome do programa nativo de gravação. Este, é o Nautilus, porém precisei que mo lembrassem, e desde já agradeço ao Vanderlei Busnardo Filho pela dica, de vreinstalar o Nautilus.
Esta dica do nome, foi o suficiente para eu ir pesquisar no Gestor de Pacotes Synaptic o que é que faltava ou não faltava. O certo é que realmente faltava, faltava uma library de seu nome «libnautilusburn2.20-cil». Resultado, marcado e instalado, foi testado com a gravação de um DVD+RW, ficando a funcionar a 100%.
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