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sexta-feira, 28 de março de 2008

Descubra o Erro
















E como se não bastasse uma;

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Educação Especial

A Educação Especial sempre teve uma existência difícil para não dizer complicada. Três vertentes sempre estiveram presentes neste domínio, a pedagógica, a médica e a psicológica. Do cruzamento destas três dimensões tenha surgido a Educação Especial.
Fazendo referência à situação médica, temos que diversas alterações do foro da medicina, têm como apanágio alterações a nível da aprendizagem, as quais como é lógico são observadas e avalisadas pela psicologia. Porém, existem outros factores e situações, que sem uma componente médica distinta são observadas pela psicologia, e não o serão ainda pela medicina, porque ainda existem algumas deficiências tecnológicas (alto custo e processos invasivos) para serem devidamente certificadas pela medicina, só que a medicina aceita os diagnósticos psicológicos como verdadeiros e reais, pois que se a criança for sujeita a uma ressonância magnética as alterações serão bem visíveis na imagiologia.
A saída de uma nova lei de Educação Especial baseada numa Classificação Internacional de Funcionalidade (CIF), e a sua derivada ICF-CY – Classificação Internacional de Funcionalidade – crianças e jovens, levantou imediatamente celeuma, porque esta classificação pode abranger tudo e todo o tipo de deficiência, mas também e consoante as normas para a sua utilização pode retirar centenas de crianças e jovens da dita «Educação Especial». No entanto, o trabalho da psicologia sempre teve como objectivo fundamental, tornar o sujeito, sofrendo de uma deficiência [física ou mental] o mais autónomo e independente possível. Isto é, se o sujeito pode angariar o seu sustento, qual é a razão para ele viver à conta de um subsídio eternamente, pois que não se tornou autónomo?
Ora, a CIF ao apontar para a funcionalidade do sujeito aponta nesse sentido, tornar o sujeito o mais autónomo possível, daí que ao olhar-se para as diversas funções classificadas da CIF, sejamos levados a pensar num currículo funcional de forma que o sujeito passe de um sujeito deficiente a um sujeito autónomo e produtivo.
Limites existem, e vários caminhos são possíveis para a realização deste tipo de autonomização. Mas uma reflexão profunda deveria ser feita e não somente no aspecto da inclusividade, pois que existem outros factores técnicos necessários a estes mecanismos de escolarização. A preocupação em fazer sair uma nova lei, para destronar outra, que nunca foi aplicada no seu todo, pois que, e se reflectirmos, a dita lei tinha limitações bastante acentuadas, na sua aplicabilidade a nível do secundário, devido a falta de regulamentação, tendo a actual lei o mesmo tipo de problemas, a sua aplicabilidade a nível do secundário, e o não terem contemplado os Cursos Profissionais, Cursos de Educação e Formação, visto que os alunos do D.L.319/91 eram muitas vezes encaminhados para essa situação, leva-nos a pensar que a nova lei, não vem servir os objectivos propostos, e que por muitas regulamentações que saiam sobre a dita cuja, mais ano menos ano, talvez dez anos, venha a ser feita uma nova lei sobre a educação especial, que realmente consigne e promova a autonomia e a sustentabilidade do «deficiente».

sábado, 2 de fevereiro de 2008

O poeta Elias

A internet tem destas coisas, fui parar ao Blog http://instantesclarissa2006.blogspot.com/2007/02/instantes-ci.html#7654189672111390166
por acaso, pois que andava à procura de um poeta popular de Mértola, que se chamava Elias.

O poeta Elias de Mértola existiu e eu conheci-o em 1991, conheci-o de uma forma um tanto esquisita, pois que abordou-me numa das ruas de Mértola depois de eu ter ido beber uma bica e ter conversado com colegas de trabalho. O Elias nesse dia estava bastante bebido, mas resolveu «obrigar-me» a ouvir algumas das suas poesias. No dia seguinte, já sem vapores do alcóol veio pedir-me desculpa se me tinha aborrecido. Hoje ao ler isto, lembrei-me dele, e das suas artes. Já que para além de poeta também pintava murais naifs nas paredes de alguns cafés da vila.
Nunca consegui adquirir nenhum livro dele, mas ele editou as suas poesias em livros de autor, em edicções reduzidas.
Só que em Mértola, no início dos anos 90, o Elias era uma figura típica da terra, mas que fugia dela para se refugiar em Lisboa, voltanto ao seu poiso para retemperar energias, e provavelmente para se inspirar para escrever mais umas quantas poesias.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

A nova Educação Especial

Comecei a ouvir falar num novo Decreto sobre a Educação Especial corria o ano de 2001, pois que foi nesse mesmo ano que saíram os D.L. 6/2001 e o 7/2001, os quais já consignavam que os alunos que tivessem Necessidades Educativas Especiais, teriam que ter um Programa Educativo Individual integrado no Projecto Educativo de Turma. Porém, e de acordo com o D. L. 319/91 o Plano Educativo Individual era mais um documento, que os professores do aluno podiam seguir ou não seguir. No entanto esse mesmo decreto tinha uma coisa boa, aluno que apresentasse Dificuldades Específicas de Aprendizagem teria direito a turma reduzida.

Com este novo Decreto, acabaram-se as turmas reduzidas, talvez seja caso para pensar, que o número de retenções irá aumentar significativamente. Porém, uma outra medida surgiu a avaliação de desempenho dos professores, quantas mais negativas eles derem pior será o desempenho.

De facto, se um professor tiver o azar de apanhar 4 alunos com DEA, e que sejam mesmo perturbadores, vai-se ver aflito para conseguir transmitir o mínimo de conhecimentos aos alunos, não podendo prestar como é óbvio a atenção a todos os alunos que por qualquer razão ficarem para trás na aprendizagem.

Temos que esperar para ver, mas para já, seria bem melhor repensar certas medidas, em vez de por as turmas todas a 30 alunos.



domingo, 9 de dezembro de 2007

Router Conceptronics CADSLR4B

Depois de ter lido vários fóruns à procura de respostas, resolvi ver a configuração deste modem/router para tentar perceber porque é que ele se ligava com LOW ID ao Bowlfish e a outros programas semelhantes.

Na área dos Port Forwarding, achei os ports TCP 1214 e TCP/UDP 6346 para a rede Gnutella.

Pois bem, marquei estes ports no Bowfish, e imediatamente passei a ter High ID.

Não precisei de mexer em nada, para que os mulas passassem a funcionar todos com HIGH ID.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Laptots e Windows Vista

O Laptot que me chegou às mãos o Fujitsu-Siemens que vinha com uma instalação do Vista vinha particionado em três partições. Uma partição EISA de 2,5 Gigas, uma de 25 gigas e a restante para DATA.

Este método de partições para quem trabalha pode não ser boa ideia por isso é preferível sacar as drivers do Fujitsu do site www.fujitsu-siemens.com\support ir à zona das drivers e fazer o download destas, tanto para o Vista como para o XP, a partir daí, o utilizador, pode perfeitamente utilizar o próprio DVD da Fujitsu para remover a drive D: e ficar com o disco extendido, isto se bem que eu tenha preferido utilizar um disco do Windows XP. Refiz as partições, reiniciei o sistema e neste momento está sem fazer aqueles barulhos de disco que para mim se tornam extremamente irritantes. Por último, a partição EISA ficou exactamente na mesma, essa ficou exactamente na mesma.

Ubuntu Gutsy versus Placa Gráfica Geforce

Bem definitivamente resolvi mudar de placa gráfica, mudei para um Geforce 6200 AGPX8 com 256 MB DDR. Com esta placa o monitor Philipis 109s começou a mostrar-se em todas as resoluções permitidas, tendo o Ubuntu reconhecido a placa e sem grandes problemas ter reconfigurado o xorg.conf.