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domingo, 23 de setembro de 2007

Mourinho tinha razão

Viu-se hoje que José Mourinho tinha razão. O Manchester ganhou por 2 - 0 ao Chelsea. Não é por nada, mas não há nenhum treinador que goste de ver o seu pelouro tomado de assalto por certo tipo de dirigentes desportivos, bem como não gostam de ver a sua equipa técnica na obrigação de absorver um segundo treinador.

O José Mourinho teve toda a razão para deixar o Chelsea, e o resultado está à vista, começou logo a perder, Quem ficou a ganhar foi o Manchester United.

sexta-feira, 7 de setembro de 2007

Maddie Mccan ou a farsa......

Se Kate Mccan era testemunha passou a «arguida de morte acidental da filha».
Vários factos levaram a PJ a tomar esta decisão sendo três pontos cruciais na história, recolhida pelos cães ingleses.
Os testemunhos caninos resolveram a história, o resto terá de ser contado pela equipa cinegética que fez a análise dos vídeos realizados com os ditos cães.
A análise dos vídeos demonstraram que existiam traços de sangue e de cadáver em três sítios, isto para além das manchas de sangue nas paredes, cortinados e outros locais investigados, ao que o grande público não tem acesso.
A maior parte da informação do CSI Britânico é analisada na imprensa britânica e também pelas televisões, SKY NEWS e BBC.
Alguns pontos fulcrais de interrogatório situam-se em três pontos essenciais:
- Porque é que as roupas de Kate cheiravam a ´cadáver?
(Resposta pronta - porque tinha lidado com cadáveres na Inglaterra -eu é que não queria ser doente da dita senhora, pois que parece que os seus doentes morrem subitamente)
- Porque é que o Urso de Peluche cheirava a cadáver?
Não houve resposta.
- Porque é que o carrao alugado passado não sei quantos dias, apresenta uma mancha de sangue que é o de Maddie?
(Não existe resposta, pelo menos divulgada).
À tarde deverá ser a vez do pai ser interrogado, mas para já, e do resumo da situação é este.

A seringa que não foi desmentida pela PJ, parece que sempre existiu, e uma suposição minha, é que provavelmente, com tantas pressas para o jantar de amigos, a criança em vez de ter levado uma dose de suporíferos tenha levado duas, isto é a mãe terá dado uma dose e o pai não sabendo que a mãe já tinha dado a dose, terá injectado uma segunda dose. Ora, todos nós sabemos que certos medicamentos fazem paragem cardíaca podendo levar à morte. Parece ter sido o que terá acontecido nesta situação. A morte foi acidental devido a dose excessiva de barbitúricos.


Uma farsa que não é farsa

Ao ver a SkyNews que tem estado a transmitir em directo de Portimão ao mesmo tempo que faz entrevistas aos familiares da kate e do Gerry Mccan. Levou a que se me revolvesse o estomâgo com tanto disparate dito.

As provas analisadas na Inglaterra foram recolhidas por elementos da Scotland Yard conjuntamente pela PJ. os familiares virem dizer que a prova da mancha de sangue no actual carro dos Mccan foi lá plantada, e recolhida após os cães ingleses farejarem, é algo revoltante, mas mais revoltante ainda é o facto de um dos ditos amigos dos Mccan ter dito que não tinha estado praticamente presente no jantar pois que a filha tinha estado a vomitar. Segundo ele teria uma máquina de lavar no apartamento, segundo os funcionários do Ressort ele teria que pedir lençóis lavados, coisa que não fez. Além disso, o cheiro a vómito seja de criança ou de adulto mesmo numa sanita deixa traços que são bem vísiveis e que tem que ser limpos a fundo. Ora não me parece que tenha sido o pai a mudar a cama, lavar os lençóis e lavar os sanitários.

Por esta situação toda, a história contada inicialmente pelos Mccan sofrem de lacunas bastante graves. A própria frase da Kate Mccan «We lost her» pode ser interpretada de várias formas, para o público em geral, a criança foi perdida, mas para o público mais particular, pode ser como se tivesse perdido um doente.

As provas cientícas e os vestígios de sangue, são na actualidade cruciais, senão veja-se o caso da Joana, em que foram encontrados vestígios de sangue na arca frigorífica e noutras zonas do apartamento. O corpo da Joana foi enviado aos pedaços num carro que acabou numa fundição em Espanha.

Porém, os ingleses indignados sobre uma morte acidental torna-se um pouco rídicula. Num caso que tem já anos, uma mãe inglesa foi condenada à prisão por morte acidental de dois filhos, estes morreram durante o sono devido ao síndrome de morte súbita. Após ter cumprido a pena, a mãe dessas duas crianças morre durante o sono, a sua autópsia dá como resultado que morreu devido a «broken heart», coração desfeito emocionalmente. Essa mãe demonstrou sempre sentimentos e emoções, a mãe da Joana demonstrou sentimentos apesar de alguns indícios de contraditórios, esta mãe (Kate), em todas as situações que tem aparecido, aparece como uma mãe fria a qual não verte uma única lágrima, e sem emoções. Gerrry pelo contrário emociona-se, grita e barafusta, chegando por vezes a perder o seu auto-controle. Só daqui a algumas horas é que saberemos se ele irá depor ou não, mas que as coisas estao a ficar muito feias a nível psicológico para os Mccan lá isso estão.

Gregório Matias - Directo do Algarve

domingo, 2 de setembro de 2007

José Saramago e o seu cão Camões

José Saramago tem um cão que já vai no 12º aniversário. Para um cão é uma idade bastante apreciável. Mas quando li que ele gostaria de ter outro cão, fiquei a recordar algo que li numa obra «O livro de Saint Michel». Quem teve cães ou gatos, mais tarde ou mais cedo vai arranjar outros cães e gatos, pois que parece existir um elo invisível entre nós e esses animais.

Quando olho para certas raças de cães fabricadas quase à força, talvez com a excepção do Doberman, fico a pensar com os meus botões, para que é que cruzaram e recruzaram os animais para arranjar um Pitbul, um Rotweiller ou um TosaNu, quando os cães ditos sem raça, mas com alguns traços destas têm capacidades tão boas como estes produtos mal «desenhados e fabricados»?

É na realidade uma interrogação que nos faz pensar, e meditar. para quê a formação de certas raças, se bem que a sua utilidade seja por vezes muito, mas muito duvidosa.