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sexta-feira, 7 de setembro de 2007

Maddie Mccan ou a farsa......

Se Kate Mccan era testemunha passou a «arguida de morte acidental da filha».
Vários factos levaram a PJ a tomar esta decisão sendo três pontos cruciais na história, recolhida pelos cães ingleses.
Os testemunhos caninos resolveram a história, o resto terá de ser contado pela equipa cinegética que fez a análise dos vídeos realizados com os ditos cães.
A análise dos vídeos demonstraram que existiam traços de sangue e de cadáver em três sítios, isto para além das manchas de sangue nas paredes, cortinados e outros locais investigados, ao que o grande público não tem acesso.
A maior parte da informação do CSI Britânico é analisada na imprensa britânica e também pelas televisões, SKY NEWS e BBC.
Alguns pontos fulcrais de interrogatório situam-se em três pontos essenciais:
- Porque é que as roupas de Kate cheiravam a ´cadáver?
(Resposta pronta - porque tinha lidado com cadáveres na Inglaterra -eu é que não queria ser doente da dita senhora, pois que parece que os seus doentes morrem subitamente)
- Porque é que o Urso de Peluche cheirava a cadáver?
Não houve resposta.
- Porque é que o carrao alugado passado não sei quantos dias, apresenta uma mancha de sangue que é o de Maddie?
(Não existe resposta, pelo menos divulgada).
À tarde deverá ser a vez do pai ser interrogado, mas para já, e do resumo da situação é este.

A seringa que não foi desmentida pela PJ, parece que sempre existiu, e uma suposição minha, é que provavelmente, com tantas pressas para o jantar de amigos, a criança em vez de ter levado uma dose de suporíferos tenha levado duas, isto é a mãe terá dado uma dose e o pai não sabendo que a mãe já tinha dado a dose, terá injectado uma segunda dose. Ora, todos nós sabemos que certos medicamentos fazem paragem cardíaca podendo levar à morte. Parece ter sido o que terá acontecido nesta situação. A morte foi acidental devido a dose excessiva de barbitúricos.


Uma farsa que não é farsa

Ao ver a SkyNews que tem estado a transmitir em directo de Portimão ao mesmo tempo que faz entrevistas aos familiares da kate e do Gerry Mccan. Levou a que se me revolvesse o estomâgo com tanto disparate dito.

As provas analisadas na Inglaterra foram recolhidas por elementos da Scotland Yard conjuntamente pela PJ. os familiares virem dizer que a prova da mancha de sangue no actual carro dos Mccan foi lá plantada, e recolhida após os cães ingleses farejarem, é algo revoltante, mas mais revoltante ainda é o facto de um dos ditos amigos dos Mccan ter dito que não tinha estado praticamente presente no jantar pois que a filha tinha estado a vomitar. Segundo ele teria uma máquina de lavar no apartamento, segundo os funcionários do Ressort ele teria que pedir lençóis lavados, coisa que não fez. Além disso, o cheiro a vómito seja de criança ou de adulto mesmo numa sanita deixa traços que são bem vísiveis e que tem que ser limpos a fundo. Ora não me parece que tenha sido o pai a mudar a cama, lavar os lençóis e lavar os sanitários.

Por esta situação toda, a história contada inicialmente pelos Mccan sofrem de lacunas bastante graves. A própria frase da Kate Mccan «We lost her» pode ser interpretada de várias formas, para o público em geral, a criança foi perdida, mas para o público mais particular, pode ser como se tivesse perdido um doente.

As provas cientícas e os vestígios de sangue, são na actualidade cruciais, senão veja-se o caso da Joana, em que foram encontrados vestígios de sangue na arca frigorífica e noutras zonas do apartamento. O corpo da Joana foi enviado aos pedaços num carro que acabou numa fundição em Espanha.

Porém, os ingleses indignados sobre uma morte acidental torna-se um pouco rídicula. Num caso que tem já anos, uma mãe inglesa foi condenada à prisão por morte acidental de dois filhos, estes morreram durante o sono devido ao síndrome de morte súbita. Após ter cumprido a pena, a mãe dessas duas crianças morre durante o sono, a sua autópsia dá como resultado que morreu devido a «broken heart», coração desfeito emocionalmente. Essa mãe demonstrou sempre sentimentos e emoções, a mãe da Joana demonstrou sentimentos apesar de alguns indícios de contraditórios, esta mãe (Kate), em todas as situações que tem aparecido, aparece como uma mãe fria a qual não verte uma única lágrima, e sem emoções. Gerrry pelo contrário emociona-se, grita e barafusta, chegando por vezes a perder o seu auto-controle. Só daqui a algumas horas é que saberemos se ele irá depor ou não, mas que as coisas estao a ficar muito feias a nível psicológico para os Mccan lá isso estão.

Gregório Matias - Directo do Algarve
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