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sábado, 11 de maio de 2013

As ditaduras tem um tempo de vida mais ou menos longo, mas acabam.

Até hoje e pelos exemplos da história começamos a perceber que as ditaduras podem ter um tempo longo, mas que mais ou menos rapidamente desaparecem, diluindo-se em algo que «democrático», através do voto popular.

Já tenho advogado com os meus botões, que o país precisava de um Rei, seja ele por via eleitoral, seja ele por via sanguínea. É que o que o cidadão desconta dos seus impostos, talvez fosse preferível ter um rei, do que o grande número de pessoas agregadas a funções de consultadoria de cada vez que se elege um Presidente. Um REI pode defender a constituição tão bem como um Presidente, e também pode demitir e dissolver uma Assembleia que parece que quando saem de lá, após dois ou três mandatos, tem direito a uma subvenção, mesmo que continuem novinhos e de tenra idade.

Não é por nada, mas o país tem criado várias décadas de incompetentes, que tem que utilizar uma calculadora ou uma folha de Excell para poder fazer contabilidade e além disso, esta parece sair de um filme negro e tenebroso.

O país está mal, e começou a ficar mal, quando alguém que foi primeiro ministro teve a brilhante ideia que todas as pessoas teriam direito a algo chamado Rendimento Mínimo, ao qual foi designado na altura de Rendimento Mínimo Garantido. Nessa altura, foi pedido aos Funcionários Públicos que não tivessem mais que 1,5%, pois que parte dessas verbas destinadas a esse aumento, iriam ser encaminhadas para esse RMG, pois que os pobrezinhos tinham que ter uns trocos para poder viver.

Claro que toda a Admnistração Pública clamou e questionou, então de onde partem ou serão repartidas essas verbas que irão ser dadas. A resposta na altura foi simples, da Segurança Social.

Ora se alguém que não trabalha ou nunca trabalhou tem direito a uma espécie de abono, porque teve a infelicidade de nunca ter conseguido arranjar um emprego ou algum trabalho e que descontasse......sim porque na realidade, a Segurança Social tem sido um buraco sem fundo, é um saco onde é enfiado dinheiro e este parece desaparecer. Além disso, e não foi há muitos anos, que a dita Segurança Social investiu de forma ruinosa tendo ficado com um belo buraco que nunca conseguiu tapar. Ora, quem gere a Segurança Social são Ministérios governamentais, e não se pode levar o responsável máximo a tribunal, e pelos vistos, apesar de todos nós sabermos do que se passa, é bem mais fácil atacar quem trabalha para o Estado do que tentar ver onde foi cometido o erro e corrigi-lo.

Os sucessivos governos tem actuado como se o dinheiro dos impostos que o cidadão paga, servissem para obras maquiavélicas, como Estádios de Futebol, Aato-Estradas às moscas, em que se colocam uns pórticos, gastam-se balúrdios em energia e telecomunicações, e em seguida, o pessoal como já está apertado, prefere demorar mais tempo do que pagar e pagar bem uma estrada em que não se vê vivalma.

Estradas, Edifícios, Rendas e etc., tem tudo sido feito, porque alguém teve a brilhante ideia, que juntar serviços todos centralizados saía mais barato. Não sei se o pessoal já reparou, mas o certo é que se tem gasto mais em centralizar do que em deixar tudo como estava. Se as coisas estavam descentralizadas, era por alguma razão, e essa razão está a começar a aparecer. A centralização faz gastar tempo, paciência e dinheiro ao contribuinte, não sendo com medidas de carácter avulso, que irão resolver os problemas do país.



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