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quinta-feira, 21 de junho de 2007

A praxe continuação - II

De acrodo com o comentário que recebi:

«Antes demais gostaria de mostrar do meu desagrado para todos os que usam as praxes para exercer poder sobre os recém-entrados na Universidade.

Eu sou completamente a favor das praxes, mas, regras claras. Desde o meu primeiro ano da faculdade em Lisboa que me mostrei a favor destas práticas, mas, contra toda e qualquer violência (verbal ou física) exercida por muitos pseudo-doutores.

As praxes são essecialmente práticas de sanção e no caso dos novos alunos na universidade não faz muito sentido. Eles não estão a ser sancionados para nada.
As ditas praxes aos novos alunos chama-se "marcação das bestas" que server essecialmente para:

* Marcar os novos alunos para que sejam identificados pela restante sociedade como novos alunos na universidade.

* Mostrar que eles vão necessitar dos colegas para terminar o curso, logo, necessitam conhece-los e saber se podem ou não depender deles.
Desta forma são criados jogos que fumentem esses conhecimentos e o "espirito de corpo" entre os novos alunos.

Assim sendo não considero que estas praticas (quando bem aplicadas) sejam substituidas por provas de aferição ou seja o que for como dizes, pois, não tem nada haver uma coisa com outra.
Um novo aluno na universidade deve exibir orgulhosamente as pinturas que os doutores e veteranos lhes colocaram, pois, elas o diferenciam dos outros que não entraram.»

Realmente isso deveria ser o espírito da praxe. E estou plenamente de acordo que o aluno do 1º ano, deveria ter alguma forma de reconhecimento, tanto assim é, que tradicionalmente em Coimbra os alunos do 1º ano, não podem usar traje académico.

Porém as praxes universitárias sempre foram tradição, e não é por acaso que existe referência http://pt.wikipedia.org/wiki/Praxe ao ano de 1727. Convém lembrar que a praxe na Faculdade de Medicina, deu buraco este ano, devido essencialmente ao mau uso da praxe.
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