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terça-feira, 10 de julho de 2007

Como cheguei ao Linux

Cheguei ao Linux por necessidade de trabalho. Engraçado, não é, um psicólogo escolar que precisa de um programa que faça sociogramas para não os ter que estar a desenvolver da forma tradicional, nas velhas folhas quadriculadas de papel almaço.

Quando pesquisei na net, havia a possibilidade de se utilizar em Windows, mas as escolas não tinham disponibilidade financeira para o adquirir, e muito menos aos «nuestros hermanitos».

Não é que o dito programa para o Windows seja muito «caro», mas havia outro material para adquirir que na verdade é tão imprescindível como o PC onde se trabalha.

O ksociograma pode ser descarregado actualmente de um site francês (http://www.speedyshare.com/209414192.html), e a técnica de instalação é simples:

./configure
make
make install

e o dito programinha está instalado.

Porém nunca com o Linux Coiote. Começou então a saga da procura de uma distribuição de Linux fácil de utilizar, e que me deixasse utilizar o Ksociograma. Tive a sorte de ver numa tabacaria a Revista Brasileira PC Master Edição n.º 105 que trazia o Kurumin 5.01. O qual adoptei pois que era uma distribuição que me convinha tanto no pc caseiro, como no HP que tinha na escola.

Gostei do Kurumin mas mudei de distribuição, porque aquela janela no canto inferior direito, teimava em desaparecer como que por encanto, ficando à nora com o teclado brasileiro.

O engraçado, é que apesar de ter testado o programa com uma turma, o certo é que um livro de apoio ao Director de Turma, veio tirar-me o divertimento, pois que esse livro de apoio, trazia a grelha para o DT realizar o sociograma da turma. Simplificado, é certo, mas que dava os resultados principais, isso dava.

No entanto o bichinho do Linux ficou, tanto que quando vi o livro do Paulo Trezentos sobre o Linux Caixa Mágica adquiri-o, só que com o Modem Thomson da Sapo, e com um Celeron 800 mhz, as coisas ficaram um pouco complicadas. O disco era de 8 gigas, o qual ainda está a funcionar num pc de um colega. O certo é que achei a distribuição pesada, não no tamanho mas no tempo que leva a instalar. Mais tarde, resolvi adquirir o Fedora 3, e experimentá-lo, tendo servido para esse efeito o pobre desgraçado de 8 gigas. Fiquei cliente do Fedora 3, até aparecer o Ubuntu Dapper.

Aí mudei radicalmente para o Ubuntu não só por distribuirem gratuitamente o CD através do ShipIt, mas muito pela facilidade de manuseio.

E assim vim eu parar a estes meandros estranhos que é o mundo Linux.
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