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quinta-feira, 12 de julho de 2007

Não estou para aturar jovens displicentes

Não estou para aturar jovens displicentes, muito menos nesta altura do ano. No Algarve e provavelmente por esse país fora, nas zonas balneares os jovens atacam os empregos de férias, os quais se situam nas áreas dos supermercados e das papelarias. Mas o que a mim me irrita é o ar displicente e negligente destes jovens, que ganhando pouco ou muito, parece que estão a fazer um frete.

Passar as mercadorias na caixa com visor lazer com o braço direito todo encostado e utilizando a mão esquerda para puxar artigo a artigo é obra. Ainda mais obra é, quando a menina da caixa esquece-se de cobrar aos dois sujeitos anteriores, que estavam a discutir sobre a «chapata» e a batata frita palha que tinham comprado, tendo a menina da caixa esquecido de fechar a conta, debitando esse total que importava em 20 euros na minha conta.

Chamada a gerente, conferência de mercadoria, pedido de desculpas aceites, aqui fica a nota:

Nesta altura do ano conforme é hábito compro nas mercearias da terra que agora dão pelo nome de «mini-mercado». O atendimento é personalizado e conseguem ser mais simpáticos que os jovens displicentes que encontro nas caixas dos supermercados.
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